A história de Bruna e Gustavo supera os enredos de novela nos quesitos criatividade e romantismo. Aos 17 anos, ele tatuou uma índia no corpo, pela qual se apaixonou. Depois de muitos anos, ele cruza no corredor do trabalho com uma mulher igual à imagem que tinha na pele. Paixão instantânea. Começaram a namorar, é claro, e, após um mês, Gustavo marcou a data do casamento.
Romântico, ele sempre fez questão que sua noiva usasse véu longo e vestido branco. Ela, menos tradicional, queria uma decoração suave, sem rosas e tons vermelhos. Optaram, então, por arranjos brancos e verdes. O toque especial ficou por conta da iluminação âmbar. “Isso deixou a igreja e o salão muito mais acolhedores”, explica Bruna. Na festa, as mesas dos convidados foram definidas de forma que os mais jovens ficassem perto da pista, e os mais velhos em locais menos barulhentos. Somada aos mimos (como perfumes e hidratantes) disponíveis nos banheiros, a medida fez com que festa se estendesse animada até as 7 da manhã.







